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quarta-feira, 7 de agosto de 2019

Comércio deve faturar R $ 5,6 bi com vendas no Dia dos Pais, projeto CNC 
Entidade estima ainda a geração de quase 12 mil vagas temporárias de trabalho voltado inteiramente para um dado 
Repórter Cintia Moreira
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O mercado é faturado em 5 bilhões e 600 milhões de reais com as vendas no Dia dos Pais, dados celebrada neste domingo (11). O valor corresponde a uma alta de 2,1% em relação ao ano passado. A dívida é da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
Segundo o economista chefe da CNC, Fabio Bentes, este será o terceiro ano consecutivo de crescimento, ainda que o desempenho dos últimos anos não tenha sido retomado no ritmo anterior da crise.
“A economia brasileira vem se recuperando muito lentamente desde que a recessão ficou para trás. A economia cresceu 1% em 2017, 1% em 2018 e, esse ano, a expectativa é de um crescimento inclusivo menor, um crescimento de 0,8% em 2019. reflexo da própria lentidão nenhum processo de busca econômica. O varejo ainda não irá retomar neste ano de 2019 no mesmo patamar de vendas do Dia dos Pais que já teve a oportunidade de recriar. ”
Em 2018 foram contratados nove mil e 600 trabalhadores experimentados, neste ano uma obra projetada para geração de quase 12 mil vagas de trabalho voltadas inteiramente para um dado. A maioria dos produtos são vendidos pelos segmentos de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (5,1 mil postos), produtos seguidos por calçados (2,7 mil) e artigos de uso pessoal e doméstico, como os eletroeletrônicos (1 9 mil).
A pesquisa da CNC mostra que os resultados de hipermercados são 40,4% do total de vendas, o que equivale a dois bilhões e 100 milhões de reais. Em seguida, aparecem os artigos de uso pessoal e de saúde, como utilitários e eletroeletrônicos (R $ 829,1 milhões), e o vestuário e calçados (R $ 683,4 milhões).
Televisores (-6,9%), calçados esportivos (-3,0%) e bebidas alcoólicas (-0,8%) e uma lista de produtos que devem ter preços menores. Na comparação com o mesmo período do ano passado, livros (+ 26,8%), entradas para cinema (+ 14,3%) e aparelhos telefônicos (+ 11,0%) estão mais caros.

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