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terça-feira, 13 de agosto de 2019

Salgadinho, ex-Katinguelê, lança música e quer retomar carreira em 'nível hard'

Salgadinho quer retomar carreira musical em 'nível hard' Foto: Augusto Wyss/Divulgação
Leonardo Ribeiro
 Foto: Augusto Wyss/Divulgação

Salgadinho, enquanto esteve a frente do Katinguelê, fez história ao fazer os corações apaixonados cantarem os grandes pagodes dos anos 90, como “Lua vai” e “Inaraí”. Agora, três meses depois de lançar “Sol e sal” com Ferrugem, quer ver o povo é com a “Química do amor” na ponta da língua, música que lança com Mumuzinho e Suel.
— Química do amor é o que está presente não só nas relações românticas, mas também na amizade. Tem a ver com a empatia, querer cuidar e ser cuidado por quem amamos — filosofa Salgadinho, que experimenta essa combinação de sentimentos há 19 anos, por exemplo, com Eleni Lopes, sua esposa: — É uma vida, né? Sabe aquele verso “e aturar meu mau humor é só você e mais ninguém”? Pode ser a nossa relação (risos).
Em carreira solo desde 2010, o lançamento faz parte da nova estratégia de carreira de Salgadinho, que está de olho nos sucessos da atual geração, e que está disposto a retomar as paradas.
— É uma continuidade do meu trabalho, só que com o “nível hard” (o trabalho pesado) na divulgação. A indústria da música é assim. E o público gosta de ouvir as minhas antigas, mas também pedia algo novo — explica: — Nós, do Katinguelê, construímos o que foi o pagode dos anos 90 e é muito legal ver essa nova geração, adoro ouvi-los, cantam muito. Me vejo muito neles. É como se fossem meus filhos. E é muito legal o respeito que todos eles têm por mim. Quando gravei com o Ferrugem, com o Thiaguinho, todos disseram que eram meus fãs. Poxa, isso é uma conquista que não se paga.
Mesmo sem lançar nada nos anos anteriore, isso não significa que o pagodeiro tenha ficado parado. Salgadinho fazia shows com músicas da época que o consagrou e tocava, paralelamente, outros negócios.
— É, quem compra terra, não erra. Desde que comecei a ter um pouco mais de oportunidades eu passei a mexer com outras coisas. Mas a música sempre foi meu norte. É que a gente já nasceu pra fazer negócio — despista.

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