No seminário, aprendi que deveria ficar próximo ao caixão para dirigir um culto fúnebre. Porém, na primeira vez que tive de fazê-lo, eu ainda tinha medo de defunto. Fiquei imaginando como me “livrar” da situação. Pedi à família que se aproximasse de seu falecido. Assim, eles formaram um paredão que me impedia de ver o morto. Depois da cerimônia fui elogiado por permitir aos familiares ficarem próximos ao caixão. O que pensaram ser cuidado pastoral, na realidade era fruto de meu medo.
Nosso texto bíblico aponta para 4 conclusões:
A morte é inevitável. No momento em que fomos gerados, Jesus estipulou nosso prazo de validade.
A tristeza é incomparável. A dor dessa perda é absolutamente solitária. A mulher que perde seu marido não sabe como sofre o filho que perdeu o pai. A dor é proporcional ao relacionamento.
A esperança é invencível. Jesus vai voltar. Os céus celebrarão quando Deus disser: “É hoje!”. Os anjos descerão, prenderão todos os demônios e abrirão todos os túmulos. Todos os que se entregaram a Cristo ressuscitarão e subirão para se encontrar com o Senhor. Que dia glorioso!
O consolo é inefável. O Senhor nos consola, hoje, por meio do Espírito, da Palavra e da Igreja e depois nos consolará para sempre no Céu.
Como servos de Deus que vivamos à luz da Sua vinda que pode acontecer a qualquer momento. Essa esperança ameniza nossas dores.