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quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

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Éramos Seis: Sem dinheiro, Lola é forçada a demitir Durvalina 
Ideia é dada por Clotilde e deixa a família Lemos arrasada
Globo
GLOBO

MARCELO NOBRE


Nos próximos capítulos de Éramos Seis, Lola (Gloria Pires) vai começar a sentir na pele o quanto será difícil comandar sua família após a morte de Júlio (Antonio Calloni). Sem dinheiro e com dívidas deixadas pelo marido, a mulher será obrigada a demitir Durvalina (Virgínia Rosa), sua braço-direito, por não ter como pagá-la.
A situação fica terrível para a família Lemos quando Elias (Brenno Leone) vai à casa de Lola para cobrar uma dívida deixada por Júlio. É o bastante para que a mulher passe a ter pesadelos. Clotilde (Simone Spoladore), sua irmã do meio, lhe sugere fazer doces para vender, pois essa pode ser uma boa fonte de renda. A dona de casa gosta da ideia, mas como precisa levantar uma grana sem demora, pede a Julinho (André Luiz Frambach) que pague a dívida deixada pelo pai, o que irrita o rapaz, já que seus irmãos não vão colaborar com nada.
A hora da difícil decisão
Aflita, Lola pede que Genu (Kelzy Ecard) a ajude a divulgar seu trabalho para que consiga vender doces e a vizinha – sua amiga de muitos anos – se compromete a fazer isso. Porém, o tempo está contra a viúva de Júlio, que fica com pouco dinheiro até mesmo para as despesas mais básicas. Clotilde, então, dá um novo conselho à irmã, este bem doloroso: demitir Durvalina para cortar custos.
A ideia dilacera Lola por dentro, já que a empregada está na família há muitos anos e sempre se mostrou uma pessoa excepcional, com a qual ela sempre pôde contar. No entanto, a razão acaba ficando acima da emoção, e embora todos os filhos de Júlio fiquem arrasados com a solução encontrada para lidar com a falta de dinheiro, Durvalina é chamada pela patroa para uma conversa franca e demitida logo em seguida.

As cenas estão previstas para serem exibidas a partir de segunda-feira, dia 7.


Amor de Mãe: Álvaro é traído por Amanda após maldade com Thelma 
Secretária do empresário, Amanda passa informações sigilosas para Davi
João Cotta/TV Globo
JOÃO COTTA/TV GLOBO


Em breve, Álvaro (Irandhir Santos) vai ser traído por sua própria secretária, Amanda (Camila Márdila). Isso porque a jovem, ex-namorada de Danilo (Chay Suede), vai ficar indignada ao se dar conta de que o patrão está envolvido na interdição do restaurante de Thelma (Adriana Esteves), mãe do rapaz. Consequentemente, vai começar a passar informações importante sobre a empresa dele, a PWA, para Davi (Vladimir Brichta), um ambientalista disposto a tudo para salvar a natureza.
Tudo começa quando Amanda registra um encontro reunindo Álvaro, Belizário (Tuca Andrada), um policial corrupto, e Vicente (Rodrigo Garcia), que trabalha no restaurante de Thelma. Por trás disso, um plano sinistro para que o estabelecimento seja interditado: infestá-lo de ratos. Poucos dias depois, o resultado é o esperado pelo trio. Agentes sanitários vão ao lugar, observam fezes de ratos e fecham o restaurante.
Indignação com o “trabalho sujo”
Thelma se desespera com a interdição de seu restaurante e chega a culpar Vitória (Taís Araújo) por isso. Afinal, a advogada propôs recentemente à empresária que vendesse o estabelecimento para Álvaro. Por sua vez, certo de que fez seu “trabalho sujo” com dedicação impecável, Vicente procura o dono da PWA para receber dinheiro e Amanda fica indignada.
Irada com a sujeira feita contra Thelma, Amanda confidencia ao pai, Agenor (Zemanuel Piñero), que vai destruir a vida de Álvaro. Assim, a secretária passa a enviar, de forma anônima, informações sigilosas sobre a PWA para Davi e Guará (Demick Lopes), que ficam surpresos com a atividade poluidora da empresa.
A sequência está prevista para ir ao ar a partir de sexta-feira, dia 6.


Após delação, juiz manda soltar hacker de Moro e Deltan
© Fornecido por Estadão
Após assinatura de acordo de colaboração premiada, o juiz Vallisney Oliveira da 10ª Vara Federal de Brasília mandou soltar o estudante de direito Luiz Henrique Molição, de 19 anos, preso na segunda fase da operação Spoofing por suspeita de participar da invasão de celulares de pelo menos 1.000 pessoas -- entre elas autoridades como o presidente Jair Bolsonaro, o ministro da Justiça Sérgio Moro e os procuradores da Operação Lava Jato, inclusive Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa.
delator deverá utilizar tornozeleira eletrônica, no entanto, de acordo com a decisão do magistrado, proferida na noite desta terça-feira, 3. O acordo de colaboração premiada foi homologado um dia antes.
Vallisney também concedeu mais 15 dias para que os investigadores encerrem o inquérito. O prazo encerra no dia 19 de dezembro. Após a conclusão pela Polícia Federal, caberá ao Ministério Público Federal decidir se oferece ou não denúncia.
No acordo, sob sigilo, Molição se comprometeu no acordo a trazer revelações sobre as ações relacionadas ao hackeamento das autoridades por meio das contas do aplicativo de comunicação Telegram. Ele também poderia entregar informações sobre diálogos que ainda não estão de posse dos investigadores.
Antes da delação, em depoimento prestado no dia 25 de setembro, o hacker detalhou à Polícia Federal os bastidores das invasões dos celulares de procuradores da Operação Lava Jato, com a participação de outros alvos da Operação Spoofing, como Walter Delgatti Neto, apontado como líder do grupo. Segundo Molição, 'Vermelho', como é conhecido seu colega, tem um 'perfil narcisista e sociopata'.
Walter Delgatti Neto, preso na primeira etapa da operação, confessou o hackeamento e afirmou ter mantido contato com o jornalista Glenn Grenwald, do site The Intercept Brasil, que tem divulgado os diálogos atribuídos a Moro, a Deltan e a outros procuradores da Lava Jato. O hacker também disse que não cobrou contrapartidas financeiras para repassar os dados. Molição participou pessoalmente de conversa referente à entrega dos conteúdos obtidos por meio das invasões.
Além de Delgatti Neto, foram presos no dia 23 de julho, Gustavo Henrique Santos, o DJ de Araraquara, sua mulher, Suellen Priscila de Oliveira e Danilo Cristiano Marques. Já a segunda etapa da operação prendeu, além de Molição, o programador Thiago Martins, o 'Chiclete'.
Dos seis investigados, Suelen Priscila de Oliveira, de 25 anos, é a única que está fora da prisão. Em entrevista exclusiva ao 'Estado', 12 dias após deixar o presídio feminino em Brasília, Suelen negou ser hacker e disse que, se quisesse, poderia ter "prejudicado a vida" de Walter Delgatti Neto.
No depoimento concedido seis dias após ser detido, Molição também contou à PF sobre as figuras públicas hackeadas, entre elas a deputada Joice Hasselmann. O hacker explicou como invadiram o celular da deputada federal para enviar uma falsa mensagem a um jornalista.
De acordo com os documentos do inquérito sigiloso a que o Estado teve acesso, a investigação sobre as invasões de aplicativos de comunicação de altas autoridades da República aponta a prática de crime contra a Lei de Segurança Nacional, na modalidade de espionagem.
COM A PALAVRA, A DEFESA
O advogado Guilherme Rodrigues, que representa Luiz Molição, disse que a defesa não irá se manifestar no momento.
Breno Pires/BRASÍLIA

Estadão

fonte:msn

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