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domingo, 12 de janeiro de 2020

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26 nomes curtos de bebês que serão tendência em 2020

paulaphoto/shutterstock© paulaphoto/shutterstock paulaphoto/shutterstock
A escolha do nome do filho pode ser algo difícil, mas também divertido, que envolve opiniões de amigos, familiares e até mesmo inspirações para homenagens. Se você será mãe ou pai no próximo ano e quer dar um nome curtinho para seu filho ou filha, confira as principais tendência para 2020, além de seus significados:

Téo

Apesar de curtinho, o nome de origem grega tem significado poderoso: quer dizer “Deus”.

Davi

O nome de origem hebraica significa "amado" ou “o predileto”.

Miguel

O nome vem do hebraico Mika'el e quer dizer "semelhante a Deus".

Gael

Curtinho e com forte tendência em 2020, o nome significa "belo e generoso".

Heitor

O nome masculino que deve ser tendência em 2020 significa "aquele que guarda contra o inimigo".

Isaac

O nome quer dizer "filho da alegria".

Noah

Curtinho e de origem hebraica, o nome quer dizer “descanso” ou “repouso”.

Liam

Variação do nome William, significa "o protetor corajoso".

Erick

O nome de origem germânica quer dizer “o que reina como uma águia”.

Yuri

O nome curtinho significa "pequeno agricultor” ou "aquele que trabalha com a terra".

Caio

"Alegre", "contente" ou "feliz" são os significados do belo e curtinho nome.

Jean

O nome para menino quer dizer "agraciado por Deus".

Levi

De origem hebraica, o nome quer dizer "unido a alguma coisa ou alguém".

Ryan

O nome tem origem irlandesa significa "pequeno rei".

Cauã

De origem indígena brasileira, o nome significa "gavião" ou "falcão".

Luan

“Poderoso como um leão” ou “guerreiro” são alguns dos significados do nome curtinho para menino.

Zoe

O nome da filha de Sabrina Sato deve ser outra tendência para 2020 por causa da apresentadora. Além disso, tem um lindo significado relacionado ao sentido de "vida".

Eloá

O feminino do nome hebraico de Deus, Eloah, é boa opção para quem quer um nome curtinho que será tendência para o próximo ano.

Maya

O nome delicado tem uma grande variação de significados, como: "água", "mãe", "grande", "ilusão", por exemplo.

Laura

O nome é bastante comum, vem do latim e quer dizer "vitoriosa", "aquela que triunfa".

Sophia

O nome não perdeu sua força e deve continuar em alta no próximo ano. De origem grega, tem o significado literal de “sabedoria”.

Íris

Curtinho e bastante delicado, o nome significa “aquela que leva a mensagem pela palavra”.

Kiara

Variante diferente do clássico nome “Clara”, quer dizer “brilhante”, “ilustre”.

Mila

Nome curtinho, mas forte, tem origem russa e e significa "aquela que é amada pelo povo".

Ester

Literalmente, o nome bíblico significa "estrela".

Eva

Na Bíblia, representa a mãe da humanidade. O nome ainda quer dizer "aquela que é cheia de vida".
Vix
fonte:msn

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Eleições de 2020 terão novas regras; veja o que muda
© Caio Gomez/CB/D.A Press
Em outubro deste ano, mais de 153 milhões de eleitores devem ir às urnas para eleger prefeitos, vice-prefeitos e vereadores. A quase 10 meses das eleições municipais, pré-candidatos começam a se organizar nos estados, e as eleições movimentam os bastidores da política. Neste ano, o pleito terá regras novas, muitas delas criadas em razão da popularização das redes sociais ou em decorrência de problemas identificados pela Justiça Eleitoral em experiências internacionais e nacionais. A principal alteração se refere às campanhas pela internet e às fake news. Apesar de a votação ocorrer apenas em outubro, o lançamento de pré-candidatos está autorizado, e políticos e partidos devem observar as regras para não infringirem a legislação.
Os eleitores estão espalhados por 26 unidades da Federação. Apenas no Distrito Federal não haverá votação, tendo em vista o caráter específico da unidade federativa. No entanto, no resto do país, o pleito exigirá esforço do Poder Público para organizar e fiscalizar as eleições. Além da quantidade de candidatos ser maior e a votação ter características mais regionais, a fiscalização virtual é um desafio.
A prática de fake news com fins eleitorais foi criminalizada no ano passado. Pode ser preso e até ter a candidatura suspensa o concorrente que espalhar informações inverídicas sobre a campanha de adversários, com o intuito de ganhar vantagem na disputa. Em junho, o Congresso aprovou pena de dois a oito anos de prisão para quem cometer essa prática, inclusive eleitores. A punição foi vetada pelo presidente Jair Bolsonaro, mas o Parlamento derrubou o veto e alterou a decisão promulgada em lei. A legislação prevê punição para “quem, comprovadamente ciente da inocência do denunciado e com finalidade eleitoral, divulga ou propaga, por qualquer meio ou forma, o ato ou fato que lhe foi falsamente atribuído”.
Antes da norma, a previsão era de seis meses para quem caluniasse um candidato durante a campanha eleitoral, ofendendo-lhe a honra ou decoro. A advogada Samara Sahione, especialista em direito eleitoral, afirma que a propagação de informação falsa fica caracterizada se o autor tiver intenção de cometer o crime ou se a Justiça entender que havia meios de saber que se tratava de fato inverídico. “As fake news baseadas em calúnia têm pena alta, de restrição de liberdade. É preciso comprovar na Justiça que a pessoa tinha conhecimento da falsidade das declarações ou meios de saber se o conteúdo difundido era falso ou não”, explica.
Existem diferentes regras para a fase anterior ao pleito. A campanha eleitoral, por exemplo, só será permitida a partir de 15 de agosto. No entanto, está liberado o lançamento de pré-candidatos. A arrecadação de doações por meio de vaquinhas virtuais só estará autorizada a partir de maio, destaca Sahione. “A captação de recurso pode ser feita via internet a partir de 15 de maio. Ainda não podem ser feitos pedidos de voto, mas, sim, de apoio financeiro. Se a candidatura for indeferida, os recursos voltam automaticamente aos doadores.”

Proibições

Neste ano, fica proibida a distribuição de materiais de campanha, como camisetas, chaveiros, bonés, canetas, brindes, cestas básicas ou outros itens. Também está proibido fazer propaganda de qualquer tipo em cinemas, clubes, lojas, centros comerciais, templos, ginásios e estádios. A regra inclui pinturas, placas, faixas, cavaletes e bonecos. Também não será permitido fixar material de campanha no sistema de iluminação pública, sinalização de tráfego, viadutos, passarelas, pontes e paradas de ônibus, árvores, muros e cercas.
Pela internet, será liberado o impulsionamento de conteúdo eleitoral por candidatos e partidos. Essa prática, porém, é vedada aos eleitores. No dia da votação, não poderá ocorrer a publicação de conteúdo, que, neste caso, se caracteriza como boca de urna, explica Clever Vasconcelos, doutor em direito e promotor de Justiça em São Paulo. “Nesta eleição, tem a boca de urna eletrônica. No dia da eleição, não se podem fazer postagens nas redes sociais. Isso vale para o candidato e para qualquer pessoa. Se fizer, pode incidir em crime”, afirma.
As eleições municipais, destaca Vasconcelos, são mais complexas para o poder público. “Nos municípios é muito complicada a fiscalização. A abordagem do político é muito próxima do eleitor. Tomamos muito cuidado com isso (crimes eleitorais), mas enfrentar problemas faz parte do jogo”, afirma.

© -Renato SouzaCorreio Braziliensefonte:msn

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