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sexta-feira, 3 de janeiro de 2020


Amor de Mãe: Durval esquece Thelma e beija a ex-mulher 
Ele se rende à admiração por Natália e se reaproxima da mãe de sua filha
João Cotta/TV Globo
JOÃO COTTA/TV GLOBO

MARCELO NOBRE


Nos próximos capítulos de Amor de Mãe, Durval (Enrique Diaz) vai começar a se entender novamente com sua ex-mulher, Natália (Clarissa Kiste). Cada vez mais próximos por causa de Carolina (Duda Batsow), os dois acabarão se beijando, o que ajudará o homem a deixar Thelma (Adriana Esteves) de lado, já que não teve seus sentimentos por ela correspondidos.
Com Carolina vivendo em seu trailer, Durval precisa aprender a ser pai de uma hora para outra – o que inclui uma série de responsabilidades – e se dá conta do quanto é difícil. Mais do que isso, o leva a admirar mais e mais o trabalho que sua ex-mulher, Natália, executou sozinha na criação da menina.
Romance à vista?
Durante uma conversa com Thelma, Durval fala justamente sobre isso. Afinal, acredita que não esteja sendo um pai exemplar para Carolina. Tanto que ele e a filha tiveram uma séria discussão quando tentou impor algumas regras a ela. Em seguida, o sujeito se rende aos fatos, vai até Natália e declara toda a sua admiração pela dedicação dela em cuidar da garota por tantos anos. Carente, a mulher não resiste aos elogios, surge um clima e os dois acabam se beijando.
Mexida com o que aconteceu, Natália se reúne com Vitória (Taís Araújo) e Miranda (Débora Lamm) e conta para as irmãs que ela e Durval se beijaram. As duas ficam surpresas com a revelação, mas a incentivam a dar uma chance para o homem se ela estiver a fim. Afinal, é o pai de Carolina. Então, quando os dois voltam a se encontrar, repetem a dose e se beijam de novo, engatando um “revival”.

As cenas estão previstas para serem exibidas a partir de segunda-feira, dia 6.


Fumantes e ex-fumantes sentem mais dores que outras pessoas, indica estudo
Estudo mostra que fumantes e ex-fumantes relatam mais propensão a sentir dores© Getty Images Estudo mostra que fumantes e ex-fumantes relatam mais propensão a sentir dores
As pessoas que fumam e até as que deixaram de fumar relatam sentir mais dores do que aquelas que nunca adquiriram o hábito, indica um estudo.
As conclusões são baseadas em uma análise de dados de mais de 220 mil pessoas feita pela University College London (UCL).
Os pesquisadores dizem que o motivo é incerto, mas pode incluir o fato de que fumar causa mudanças permanentes no corpo.
O grupo de combate ao fumo Ash disse que as descobertas não devem ser vistas como surpresa.
Os cientistas analisaram dados de um conjunto de experimentos online no BBC Lab UK Study, no qual as pessoas foram analisadas entre 2009 e 2013.
Elas foram classificadas em três categorias: as que nunca fumaram, as que fumam diariamente e as que já fumaram, mas conseguiram deixar o hábito.
Foram, então, questionadas sobre a quantidade de dor que sentiam e isso foi convertido em uma escala de 0 a 100. Pontuações mais altas significavam mais dor
"A principal descoberta é que os ex-fumantes ainda sentem o efeito da dor elevada", disse uma das pesquisadoras da UCL, Olga Perski, em entrevista à BBC.
Ela acrescentou: "É um conjunto de dados muito grande. Temos uma boa amostra para que possamos estar bastante confiantes de que algo está acontecendo."
"Mas não podemos dizer se isso é clinicamente significativo."
Perski disse que a descoberta mais surpreendente foi a de que os níveis mais altos de dor foram encontrados nas faixas etárias mais jovens (entre 16 e 34 anos).

O que está acontecendo?

Não há explicação definitiva. Uma das hipóteses é a de que alguns dos milhares de produtos químicos contidos na fumaça do tabaco possam levar a danos permanentes nos tecidos, resultando em dor.
Uma outra é que fumar pode ter um efeito duradouro nos sistemas hormonais do corpo.
Essa possibilidade se concentra especificamente no eixo hipotálamo-hipófise-adrenal (eixo HPA), que está envolvido na maneira como reagimos à dor. Se o eixo HPA estiver desequilibrado, isso pode levar as pessoas a sentirem mais dor.
Mas permanece a possibilidade de que fumar seja um sintoma, não a causa.
Por exemplo, estudos associaram o traço de personalidade neurótico a uma dor mais intensa e a um maior risco de fumar.
Assim, pode ser que, na média, o tipo de pessoa com maior probabilidade de relatar ter mais dor também seja o tipo de pessoa com maior probabilidade de começar a fumar.
"Esta é certamente uma questão que precisa ser investigada", disse Perski.
No entanto, ela disse que o último estudo se concentrou em pesquisas anteriores que vinculavam o tabagismo à dor crônica e à dor nas costas.
"Mesmo que você pare depois de fumar regularmente, isso pode ter efeitos duradouros na dor, é um incentivo muito bom parar o mais rápido possível", disse Perski à BBC.
A executiva-chefe da Ash, Deborah Arnott, disse que "a prova de que o tabagismo causou câncer de pulmão foi descoberta na década de 1950. Ao longo dos anos, cresceram as evidências de que quase todas as condições médicas podem ser causadas ou agravadas pelo fumo".
"Isso inclui câncer, doenças cardíacas e respiratórias, cegueira, surdez, diabetes, demência e infertilidade. Os fumantes também demoram mais para se recuperar das operações e é mais provável que o resultado seja um fracasso."
"Portanto, não é surpreendente que os fumantes também sintam mais dor do que aqueles que nunca fumaram."
BBC News
fonte:msn

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