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quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Suspeitos de amarrar e matar grávida para roubar celular são presos

Vítima estava com cinco meses de gestação e foi encontrada morta em casa

Por O Dia
Ceará - Dois homens foram presos nesta quarta-feira por suspeita de matar e amarrar uma mulher grávida em Juazeiro do Norte, no Ceará. Maria Cheyla Cristina Lima Lins, de 34 anos, estava com cinco meses de gestação e foi encontrada morta em sua casa, no dia 5 de janeiro. Ela tinha uma perfuração de arma branca no pescoço e estava amarrada com o fio de um carregador de celular. 
Os suspeitos vão responder por latrocínio, que corresponde a roubo seguido de morte. Os nomes dos homens não foram divulgados em cumprimento à lei do abuso de autoridade, que impede nomes de suspeitos de serem divulgados pela polícia à imprensa.
A vítima morava com o filho de 5 anos, que é autista. Ainda não se sabe se o garoto presenciou o assassinato. O corpo de Maria Cheyla foi encontrado por seu namorado por volta do meio-dia. O rapaz havia tentado contatar a vítima várias vezes sem sucesso e resolveu ir ao local, onde encontrou a namorada morta, e chamou a polícia. 
Segundo a polícia, Maria Cheyla foi encontrada sem roupa da cintura para baixo, mas não havia sinal de estupro aparente. O laudo da necropsia realizado pela Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce) ainda não foi concluído. 
As investigações da Polícia Civil concluíram, após duas semanas, que os vizinhos da vítima entraram na casa de Maria Cheyla, a amarraram com o fio do celular e a golpearam com um canivete no pescoço. Um dos suspeitos preso nesta quarta-feira estava usando o celular da vítima. O homem era menor de idade na ocasião do crime e completou 18 anos nesta terça-feira.
De acordo com os policiais, ele confessou o crime ao ser preso e informou que o intuito era roubar o celular da vítima. O rapaz também informou, ao ser interrogado, que um outro homem de 24 anos também participou do crime. O segundo suspeito também foi preso. 
Eles estão na delegacia de Juazeiro do Norte aguardando a audiência de custódia. 

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