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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

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Daniel revela a vontade de ter o terceiro filho
© Instagram
O cantor Daniel gravou para o programa “Ritmo Brasil”, que vai ao ar neste sábado (15), na Rede Tv!. Além de cantar os seus maiores sucessos, o príncipe do sertanejo revelou a apresentadora Faa Morena o desejo de ser pai mais uma vez.)

Daniel é casado com Aline de Pádua e são pais de duas meninas, Lara e Luiza, de 10 e 8 anos, mas não descartou a chance de ter o terceiro herdeiro.  “Sobre filhos, eu gostaria sim, se possível, de ter mais um, mas não depende só de mim, depende da Aline e depende dele lá em cima”, revelou o cantor.
seu companheiro, João Paulo, e ressaltou que os primeiros shows sem a dupla foram muito difíceis. Durante o bate-papo, o cantor se emocionou e recebeu uma surpresa especial: um de seus maiores fãs, o cantor Dani Boy, seguidor desde os seus 5 anos, fez uma homenagem.
SHAYANE MEDINA
Famosidades
fonte:msn

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Por que persistem mitos e fake news sobre os adoçantes?
Adoçantes são submetidos a agências regulatórias antes de chegarem ao mercado.© Foto: Fabio Castelo/SAÚDE é Vital Adoçantes são submetidos a agências regulatórias antes de chegarem ao mercado.
A quantidade de notícias alarmantes que circulam, tanto na imprensa como nas redes sociais, a respeito de produtos alimentares que seriam nocivos ou perigosos à saúde humana é um fato extremamente preocupante.
É evidente que o tema da segurança alimentar é importante e merece pesquisa constante, mas o que mais observamos, infelizmente, são resultados de pesquisas mal interpretados sendo utilizados como fonte de informação e que podem levar ao descrédito produtos e ingredientes extensivamente estudados.
As razões dessa abordagem equivocada costumam estar ligadas à complexidade da linguagem técnica, o que gera má compreensão por quem lê; uso de dados e informações fora do contexto original; e leitura parcial das pesquisas com uma análise superficial que leva a conclusões precipitadas.
Tristemente, um grupo que tem sido vítima frequente desse descuido é o de pessoas com diabetes. Já não bastassem a complexidade e os cuidados requeridos para o obter o controle da glicemia, agora sofrem por dúvidas e medos desnecessários em relação a escolhas alimentares.
Quem tem pelo menos 40 anos de idade deve se lembrar como era receber o diagnóstico de diabetes há três décadas ou mais: equivalia à declaração de que sua vida seria completamente limitada, cara e difícil.
Nesses anos, a ciência, em especial a da nutrição, a farmacêutica e a medicina, avançaram muito e trouxeram importantes contribuições para a qualidade de vida, segurança e acessibilidade dos diabéticos a medicamentos e alimentos.
Os chamados adoçantes, tecnicamente conhecidos como edulcorantes, eram produtos mais caros, difíceis de serem encontrados e com opções limitadas. Hoje, temos uma série de versões com valores acessíveis, sabores para os diferentes paladares e encontrados em todos os mercados e drogarias. Além disso, vários adoçantes também são utilizados pela indústria no preparo de alimentos e bebidas.
Assim, os diabéticos deixam de consumir doces, refrigerantes, café adoçado e outros alimentos com açúcar em suas receitas originais somente se for da vontade deles, e não por uma imposição de saúde ou de orçamento.
Poucos conhecem a rigidez e seriedade que existe na aprovação de ingredientes e aditivos alimentares no Brasil. O órgão que regulamenta o setor no país é a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o mesmo que aprova rigorosamente a entrada e a comercialização de medicamentos. Um órgão formado por técnicos competentes e que utiliza como base o Codex Alimentarius, um programa conjunto da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e da Organização Mundial da Saúde (OMS) cujo objetivo é estabelecer normas internacionais na área de alimentos, incluindo diretrizes, padrões de produtos e códigos de boas práticas.
Diante desse aparato rigoroso e das evidências científicas soa no mínimo inconsequente a divulgação de certas notícias sobre os perigos de se ingerir adoçantes. Em primeiro lugar, para serem avaliados e aprovados por entidades como a Anvisa, aditivos como os edulcorantes precisam passar por testes experimentais e análises toxicológicas que investigam se a nova substância afeta o metabolismo, está relacionada ao câncer ou tem outros eventos adversos.
Uma revisão de estudos recente, publicada no respeitado The British Medical Journal, não identificou nenhum efeito maléfico à saúde com o uso de adoçantes. Da mesma forma, em 2017, o Consenso Ibero-Americano sobre Adoçantes Sem ou de Baixas Calorias, que reuniu análises de pesquisadores de vários países, concluiu que os edulcorantes “são alguns dos constituintes alimentares mais extensivamente avaliados, e a sua segurança foi revista e confirmada por organismos reguladores internacionais, incluindo a OMS, a Food and Drug Administration (FDA) e a Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA)”
Resumindo, em função dos estudos realizados até o momento, não há por que ter receio do uso de adoçantes na alimentação diária, seja por uma restrição de saúde ou não. No entanto, a ciência é dinâmica e reavaliações sobre essa ou qualquer classe de substâncias serão sempre necessárias.
É tarefa dos nutricionistas e de outros profissionais da saúde, bem como da imprensa responsável, difundir conhecimentos confiáveis à luz da ciência e evitar que informações falsas ou controversas se propaguem. O custo humano e social para notícias falsas e má interpretadas relacionadas à alimentação é incalculável.
A indústria de alimentos, e mesmo alguns profissionais, ligados ou não ao setor produtivo, vêm sendo vistos como vilões por alguns movimentos, mas é graças aos esforços de ambos que os mais variados tipos de alimentos, dos naturais aos industrializados, chegam às mesas dos consumidores de todas as classes sociais e regiões do Brasil.
Cabe a cada família, a cada pessoa, escolher o leque de opções que vai equilibrar sua dieta, utilizando, ou não, determinados alimentos. O que não pode faltar à mesa de ninguém é a informação confiável e de qualidade.
Kathia Schmider é nutricionista e coordenadora Técnica da ABIAD (Associação Brasileira da Indústria de Alimentos para Fins Especiais e Congêneres)
Kathia Schmider, nutricionista*
Saúde é Vital
fonte:msn
Justiça de São Paulo nega pedido de liberdade a Cristian Cravinhos
Em razão da prisão, perdeu o direito ao regime aberto e foi levado de volta à Penitenciária de Tremembé © Sebastião Moreira/ Estadão Em razão da prisão, perdeu o direito ao regime aberto e foi levado de volta à Penitenciária de Tremembé
Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo negou o pedido de liberdade feito por Cristian Cravinhos e o condenou a quatro anos e oito meses de reclusão e ao pagamento de 23 dias-multa. Ele está detido desde 18 de abril de 2018 por corrupção ativa, após ter tentado subornar policiais militares quando se envolveu em uma briga de bar. A decisão foi expedida na quarta-feira, 12, de forma unânime pela 11ª Câmara de Direito Criminal, que também negou pedido do Ministério Público para aumentar a pena de Cravinhos.
A briga e posterior tentativa de suborno ocorreu enquanto Cravinhos cumpria sua condenação pelo assassinato do casal Manfred e Marísia von Richthofen em regime aberto. Em depoimento, os policiais militares envolvidos no caso afirmaram que o réu tentou oferecer R$ 1 mil para não ser levado à delegacia, pois tinha medo de ter a liberdade provisória revogada. Ele também teria afirmado que o irmão, Daniel Cravinhos, poderia repassar mais R$ 2 mil aos agentes.
Em decisão proferida em outubro de 2018, quando o caso ainda tramitava em 1ª instância, o texto reforça que Cravinhos foi flagrado a cerca de 100 quilômetros de seu município, em “posse de munição de uso restrito” e “oferecimento de dinheiro para que policiais evitassem ato de ofício, caracterizando corrupção ativa”. A sentença também negou a possibilidade de Justiça Gratuita, alegando que o réu “viajou quilômetros para esta cidade, numa motocicleta de alto valor, em posse de mil e quinhentos reais em espécie e de celular de padrão de consumo elevado”.
De acordo com a sentença inicial, Cristian está condenado “até o longínquo ano de 2032”.

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