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sábado, 23 de maio de 2020

Polícia Civil descobre venda de cocaína em mercado autorizado a abrir durante a pandemia e fecha estabelecimento comercial
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Foto: Polícia Civil
Investigação resultou na prisão do dono e de dois funcionários da empresa, que funcionava no Jardim Tropical, em Presidente Prudente.
Por G1 Presidente Prudente

Uma investigação criminal conduzida pela Polícia Civil revelou que um mercado em pleno funcionamento no Jardim Tropical, em Presidente Prudente (SP), aumentou suas vendas durante a pandemia da Covid-19 porque, além de comercializar produtos essenciais à população, ainda oferecia aos clientes cocaína embalada entre as mercadorias.

O trabalho dos policiais civis resultou na apreensão de 24 embalagens de cocaína – como se produtos lícitos fossem – ocultadas em pontos estratégicos do comércio para fácil distribuição, bem como a quantia de R$ 2.650,00 e um revólver de calibre .45. A apreensão deste tipo de arma não é usual na região, dado o calibre diferenciado, segundo a polícia.

A ação policial foi realizada pela 2ª Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise), da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic), e apurou que a droga era reposta durante todo o dia por dois funcionários da empresa, servindo aos clientes que realizavam o regular pagamento no caixa do estabelecimento comercial.

Nenhum cliente-usuário foi detido no momento da ação.

A Polícia Civil prendeu os dois funcionários, um de 38 e outro de 43 anos, e o proprietário do mercado, um homem de 27 anos, e ainda determinou o fechamento administrativo do estabelecimento, nesta sexta-feira (22).

Durante o inquérito policial, a Polícia Civil ainda irá representar pela cassação dos alvarás da empresa perante as fazendas públicas municipal, estadual e federal.

Os três homens foram presos por associação ao tráfico e tráfico de droga pela Deic e serão encaminhados à Cadeia de Presidente Venceslau (SP).

Diante do período de quarentena decorrente da pandemia do novo coronavírus, o mercado tinha autorização para abrir porque fazia parte do grupo de serviços considerados essenciais à população.

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