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domingo, 28 de junho de 2020

De frente para a TV: 'Coisa mais linda' é uma série que a gente maratona sem nem perceber


Foto: Aline Arruda/Netflix/divulgação
foto:Aline Arruda/Netflix/divulgação
Depois de uma primeira temporada de sucesso, “Coisa mais linda” voltou à Netflix com uma nova leva de seis episódios com a mesma qualidade da estreia. A série é uma dessas que a gente maratona sem nem perceber, já que fica difícil sair de frente da telinha. A fotografia continua belíssima, a trilha sonora é um deleite para os ouvidos, os figurinos são um colírio, e a história é envolvente, mas o grande diferencial da trama é o nível da atuação do elenco, em especial do quarteto protagonista. Maria Casadevall, Pathy Dejesus, Mel Lisboa e Larissa Nunes estão simplesmente perfeitas na pele de Malu, Adélia, Thereza e Ivone. Essa última personagem, aliás, ganhou muito peso na segunda temporada e veio a ocupar o lugar de Lígia (Fernanda Vasconcellos), que só aparece em flashback. A irmã mais nova de Adélia batalha para dar o primeiro passo em sua carreira como cantora, seguindo o maior sonho de sua vida e fazendo jus à história de Lígia.
A naturalidade das atuações das quatro atrizes é impressionante, e elas parecem estar sempre muito à vontade. Maria, Pathy, Mel e Larissa hipnotizam o telespectador, que se envolve rapidamente com os dramas das quatro mulheres. Pathy e Larissa, menos conhecidas na TV que as duas colegas, têm talento de veteranas e mostram enorme química entre elas mesmas e com o restante do elenco. Uma pena que Fernanda tenha “deixado” a série. Lígia teve enorme importância na primeira temporada, e a atriz arrasou em seu trabalho mais adulto na TV. A personagem de Larissa repete sua história e isso deixou a impressão de falta de criatividade para desenvolver novos rumos para a trama. Lígia poderia, agora, estar buscando justiça (ou vingança?) contra o marido, Augusto (Gustavo Vaz). Isso, no entanto, não tira o brilho da série, que ainda nos brinda com participações de Esther Góes, Bia Seidl e Eliana Pittman, que canta lindamente. “Coisa mais linda” acaba deixando algumas situações em aberto, o que pode indicar mais uma temporada.
Carreira marcada por fortes papéis na TV
Bia Seidl em
Bia Seidl em "A gata comeu" Foto: Arquivo
Bia Seidl aparece muito pouco em “Coisa mais linda”, mas é o suficiente para seus fãs comemorarem. A atriz de 58 anos estreou na TV em 1981 e, até 1999, fazia no mínimo uma novela por ano. Sua carreira foi marcada por fortes papéis antagônicos em novelas, como o da ambiciosa Gláucia, de “A gata comeu” (1985), seu trabalho mais marcante. A personagem fazia tudo para atrapalhar a vida da protagonista, sua irmã, Jô (Christiane Torloni), e vivia em conflito com a família por ser rancorosa e invejosa.
Jornalista lava a alma do público
Andréia Sadi se tornou um dos nomes mais comentados na última semana por causa da sua excelente entrevista com o advogado Frederick Wassef. “O Queiroz pulou o muro? Apareceu voando na casa do senhor? Ou foi levado por alguém?”, perguntou a jornalista, lavando a alma do brasileiro.
Para viajar sem precisar sair de casa
O programa “Lavando a alma”, do canal Mais Globosat, leva o público para viajar por alguns dos lugares mais lindos do Brasil num momento em que ninguém pode sair de casa. A atração, apresentada por Antonia Morais, é linda demais e tem uma energia muito positiva.
Dez mil quilômetros em quatro estados
Na primeira temporada da atração, gravada antes da pandemia, Antonia percorreu quase dez mil quilômetros em quatro estados. Ela foi para Pirenópolis, Chapada dos Veadeiros, Serra da Bocaina, Bonito, Ilha Grande e Angra dos Reis para desbravar as cachoeiras mais belas do Brasil.
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