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quinta-feira, 10 de setembro de 2020

Covid: mortalidade está zero em mais de 300 cidades de São Paulo

Há 14 dias, 321 municípios paulistas não registram óbitos por Covid-19; também há queda de internações no Estado

por Agência Brasil

GovSP
João Gabbardo: preocupação com as viagens do feriadão
São Paulo - O coordenador executivo do Centro de Contingência do Coronavírus em São Paulo, João Gabbardo, disse nesta quarta-feira (9)  que, dos 645 municípios paulistas, 321 não registram mortes provocadas pelo novo coronavírus há 14 dias. Se forem considerados apenas os últimos sete dias, não há registro de mortes por óbitos por  Covid-19 em 422 municípios do Estado paulista.
"São indicadores bastante positivos", afirmou Gabbardo.
Com 7.793 novos registros da doença e mais 391 mortes nas últimas 24 horas, o estado de São Paulo soma agora 866.576 casos confirmados do novo coronavírus, com 31.821 mortes. Do total de casos diagnosticados, 717.423 pessoas estão recuperadas, sendo 96.163 após internação.
Há 4.525 pessoas internadas em unidades de terapia intensiva (UTI) de todo o Estado em casos suspeitos ou confirmados do novo coronavírus, além de 6.059 em leitos de enfermarias. A taxa de ocupação de leitos de UTI é de 53,1% no Estado (a mais baixa desde o início da pandemia) e de 52,6% na Grande São Paulo.
Nesta semana, o Estado vem apresentando novamente queda no número de óbitos e no número de novas internações pela doença. Os dados desta semana, no entanto, só serão finalizados neste sábado (12)

Praias

No feriado prolongado de 7 de Setembro, milhares de pessoas lotaram as praias do litoral paulista. Também foram vistas aglomerações em parques e em bares e restaurantes de diversas cidades. Segundo o Centro de Contingência do Coronavírus em São Paulo, os impactos dessas aglomerações sobre os indicadores relacionados à pandemia só serão conhecidos em 15 dias, já que leva algum tempo para que apareçam os primeiros sintomas.
O coordenador do Centro de Contingência, José Medina, faz recomendações às pessoas que estiveram em alguma dessas aglomerações e começam a sentir sintomas semelhantes aos de uma gripe ou relacionados à perda de olfato e de paladar. O primeiro cuidado para minimizar possíveis danos é evitar a possibilidade de transmissão para parentes, principalmente em famílias que que residam idosos, diabéticos e portadores de doença cardiovascular ou com alguma comorbidade.


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