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sábado, 3 de outubro de 2020

Apreensões de maconha sintética aumentam quase 700% em presídios da região de Presidente Prudente

Fotos: SAP

A K4 é formada por substâncias que simulam ou têm uma reação muito parecida com o THC, que é o princípio ativo da droga, porém, muito mais potente.
Por G1 Presidente Prudente
Levantamento da Secretaria da Administração Penitenciária do Estado de São Paulo (SAP) aponta que houve neste ano um aumento de quase 700% no número de apreensões da droga K4 em correspondências e na área externa de presídios na região de Presidente Prudente.
De janeiro a julho de 2019, foram 19 ocorrências, enquanto no mesmo período de 2020 a quantidade saltou para 130.
Em todo o Estado, o aumento foi de 488,83%, com 86 ocorrências em 2019 e 472 em 2020.
A K4, popularmente conhecida como maconha sintética, é formada por substâncias que simulam ou têm uma reação muito parecida com o THC, que é o princípio ativo da droga, porém, muito mais potente.
Na forma líquida, ela é borrifada em pedaços de papel na tentativa de burlar a vigilância dos agentes penitenciários.
“A política da SAP é de não tolerância à entrada de ilícitos, inclusive entorpecentes, em suas unidades prisionais. Todos os Centros de Detenção Provisória, penitenciárias e Centros de Progressão Penitenciária do Estado contam com escâner corporal. Todas as unidades prisionais do Estado também estão equipadas com aparelhos de raios-x de menor e maior porte, além de detectores de metais de alta sensibilidade”, salientou a secretaria.
“Esses equipamentos ajudam a coibir a entrada de equipamentos e drogas, atrelados a uma vigilância constante dos agentes de segurança, treinados para evitar a entrada de ilícitos nas unidades, além de revistas periódicas nas dependências dos presídios”, concluiu a pasta estadual.


Fotos: SAP

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