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terça-feira, 27 de outubro de 2020

Caminho aberto para a Poliomilite

 


Segundo o repórter Allan Barbosa apenas 35% das crianças se vacinaram contra poliomelite.


Albert Bruce Sabin nasceu na localidade polonesa de Bialystok, então pertencente Rússia, em 26 de agosto de 1906.
Emigrou para os Estados Unidos em 1921 e mais tarde naturalizou-se americano.
Em 1931 concluiu o doutorado em medicina na Universidade de Nova York, onde começara a pesquisar a poliomielite.
Fez residência no hospital Bellevue de Nova York e trabalhou no Instituto Lister de Medicina Preventiva, em Londres.
A serviço do Instituto Rockefeller de Pesquisas Médicas, foi o primeiro pesquisador a demonstrar o crescimento do vírus da poliomielite em amostras de tecido nervoso humano.
Em 1939, Sabin ocupou a cátedra de pediatria da Universidade de Cincinnati e tornou-se chefe da divisão de doenças infecciosas de uma de suas unidades de pesquisa. Desmentiu a teoria de que o contágio da poliomielite se dava pelo nariz e apontou como via primária de infecção o trato alimentar.
Durante a segunda guerra mundial, enquanto servia como médico no Exército americano, isolou o vírus de uma febre provocada pelo mosquito birigui, epidêmica entre as tropas baseadas na África. Posteriormente, desenvolveu vacinas contra o dengue e a encefalite japonesa.
Sabin defendeu a tese de que a administração por via oral de vírus vivos atenuados proporcionaria, sem aumento dos riscos de contaminação, imunidade mais duradoura contra a poliomielite do que a injeção de vírus mortos, desenvolvida um ano antes por Jonas Salk. Em colaboração com cientistas soviéticos, mexicanos e holandeses, fabricou uma vacina que foi aceita oficialmente nos Estados Unidos em 1960.
Em 1965 tornou-se membro do Instituto Weizmann de Ciência, em Rehovot, Israel.
Esteve várias vezes no Brasil e, em 1967, foi agraciado pelo governo brasileiro com a Grã-Cruz do Mérito Nacional.
Albert Sabin encerrou suas atividades científicas em 1988 e morreu em Washington, capital dos Estados Unidos, em 3 de março de 1993.
"Que ele possa perdoar esta geração, por sermos negligentes e estarmos condenando uma futura geração a andar como a foto antiga que publicamos(acima)".
"Mas não sei ao certo se Deus nos perdoará por isso".

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