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domingo, 4 de outubro de 2020

 

Juliana Paes Foto: Reprodução

De frente para a TV: Dona de um carisma raro, Juliana se tornou uma atriz versátil e dinâmica


Juliana Paes
Juliana Paes Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Quando Juliana Paes surgiu, em “Laços de família”, em 2000, parecia que a atriz estava fadada a fazer sempre o mesmo tipo de papel. Com os atributos da típica mulher brasileira que povoam o imaginário masculino (e por que não o feminino?), Juliana seguiu fazendo o papel da gostosa por muito tempo. Mas, devagarzinho, a atriz foi conseguindo fugir desse estereótipo e ganhou cada vez melhores oportunidades. Tudo isso sem se queixar na imprensa ou fazer birra. Inteligente, simpaticíssima e dona de um carisma cada vez mais raro entre as estrelas, Juliana se tornou uma atriz versátil e dinâmica. Seus últimos trabalhos na TV mostram não só seu crescimento no quesito atuação, mas também a evolução do seu status na emissora. No ar em “Laços” (no “Vale a pena ver de novo”) e nas reprises de “Totalmente Demais” e “A força do querer”, Juliana parece ser três pessoas diferentes.

No primeiro trabalho na TV, Ritinha era uma moça inocente, que acaba caindo na conversa fiada do patrão e vive um drama ao engravidar dele. A estreante tinha poucas cenas, mas deu conta bem direitinho ao contracenar com atores mais experientes como Marieta Severo e Alexandre Borges. A personagem cresceu mais para o fim da trama , e Juliana acompanhou a importância de Ritinha. O sucesso foi tanto que, a partir dali, ela não parou mais de emendar trabalhos. Um dos mais elogiados, inclusive, é a Carolina da novela das sete. Sensual na medida e com a atuação mais naturalista de sua carreira, a diretora de redação protagonizou sequências de drama e humor com a mesma intensidade e talento. Carolina provocou diversos sentimentos no público: compaixão, raiva, empatia, pena... Já Bibi Perigosa, no ar na reprise na faixa das 9, é o seu tipo mais popular. A atriz incorporou de forma perfeita a mulher que quer “amar grande” e que faz qualquer coisa pelo marido e por sua família. Não é à toa que “A força do querer” se transformou logo de cara na “novela da Bibi”.

Atriz encarou papel surreal em minissérie

O primeiro papel diferente de Juliana Paes foi a misteriosa Teiniaguá, de “A casa das sete mulheres”, de 2003. Dizia-se que Bento Manoel (Luis Melo), um dos personagens não fictícios da Guerra dos Farrapos, tinha um pacto com o diabo. Sua relação com Teiniaguá — lenda da região Sul —, uma princesa moura transformada pelo demônio numa lagartixa encantada, foi inserida na narrativa a partir do conto “A Salamanca do Jarau”, de Simões Lopes Neto.

Uma virada na vida de Edgar

Marcello Antony se destacou nos últimos capítulos de “Malhação”. Não é à toa que o ator considera a cena em que Edgar é flagrado bêbado uma das melhores sequências que já fez. Ele conseguiu mostrar um outro lado do personagem na cena e acaba marcando uma virada na vida de Edgar.

Pedro e Clara são os mais malas

Nesta nova reprise de “Laços de família”, a impressão que se tem é a de que Camila (Carolina Dieckmann) não chega aos pés de Pedro (José Mayer) e Clara (Regiane Alves) no quesito chatice. É incrível como a percepção do telespectador muda a cada reapresentação da novela.

Gianecchini foi injustiçado

E, por falar na novela do “Vale a pena ver de novo”, Reynaldo Gianecchini foi bastante injustiçado quando estreou. O ator evoluiu com o tempo e melhorou bastante, mas está longe de ser o péssimo ator que muitos pintaram na época. Giane estreou com o pé direito, sim.

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fonte:https://extra.globo.com/

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