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domingo, 1 de novembro de 2020

 

De frente para a TV: 'Bom dia, Verônica', da Netflix, não perde em nada para as produções internacionais


"Bom dia,Verônica"
"Bom dia,Verônica" Foto: Divulgação

 Foto: Divulgação

Em tempos de reprise, a Netflix acertou em cheio na produção de “Bom dia, Verônica”, um thriller policial que não perde em nada para as grandes produções de fora do páis. Estrelada por Tainá Müller, a série narra a vida da escrivã Verônica e sua luta contra a violência à mulher. Ela se depara com a história de Janete (Camila Morgado), que sofre nas mãos do marido, o assassino em série Cláudio (Eduardo Moscovis). Com a direção ágil de José Henrique Fonseca e uma fotografia impecável, a série tem ares de grande sucesso internacional. Não é à toa, aliás, que a produção brasileira está disponível na plataforma de streaming de outros países. A temática abordada ajuda no interesse estrangeiro, mas limitá-la a isso é empobrecer a grandeza da série. O retrato do cotidiano de uma delegacia de polícia e a investigação de um serial killer brasileiro se baseiam no livro de Ilana Casoy e Raphael Montes, nomes conhecidos na literatura policial.

Criminóloga, ela sempre se dedicou a estudar perfis psicológicos de bandidos, em casos como o do casal Nardoni e de Suzane von Richtofen. Ele, por sua vez, se consolidou como autor de romances policiais de sucesso, como “Suicidas” e “Dias perfeitos”. Além do excelente texto dos autores, a escolha do elenco é parte fundamental para o fenômeno em que a série está se tornando. Atriz talentosa, Tainá já merecia há tempos ser testada como protagonista e passou com louvor na chance que teve. Ela está simplesmente perfeita na pele da escrivã de polícia dando a Verônica todas as nuances que a personagem exige. Camila Morgado e Eduardo Moscovis brilham em tipos completamente diferentes do que costumam aparecer na televisão. Impossível não se emocionar com ela e não sentir ódio dele. Silvio Guindane e Elisa Volpato também estão ótimos como os policiais Nelson e Anita. Os dois, aliás, merecem outras oportunidades de mostrar para mais e mais pessoas a qualidade dos seus trabalhos. Elenco de primeira.

Um sucesso que já dura quase 20 anos

Solange Couto e Silvio Guindane em
Solange Couto e Silvio Guindane em "O clone" Foto: Reprodução

" Foto: Reprodução

Com extensa lista de trabalhos na televisão, teatro e cinema, Silvio Guindane considera “O clone”, de 2001, “um marco” e, até hoje, quase duas décadas depois, ainda é reconhecido e parado nas ruas por conta do personagem Basílio, jovem que, junto com Dona Jura (Solange Couto), protagonizou cenas hilárias: “Eu comecei a ser ator muito jovem. De lá para cá, nesses 20 anos, fiz personagens e trabalhos que fizeram sucesso... Mas ‘O clone’ é um negócio muito doido. Tenho barba branca, ando nas ruas e as pessoas ainda gritam: ‘Basílio’!”.

Ator deixou Beto irresistível

Dá para entender por que tanta gente torcia para Beto (João Baldasserini) ficar com Tancinha (Mariana Ximenes) em “Haja coração”. Além de o personagem ser divertido (mesmo tendo que armar para ficar com a feirante), o ator deixou Beto carismático e irresistível. Ótima composição.

Globo deveria ter feito novo ‘BBB’

O sucesso de “A fazenda”— mesmo com uma edição fraca e problemas de áudio — só reforça a tese dos apaixonados por reality show. A Globo errou em não produzir um outro “Big Brother Brasil” no segundo semestre. O “BBB 20” foi um fenômeno e deveria ter sido mais “explorado”.

Record fez um golaço com reality

A excelente repercussão da última edição deixou o telespectador numa espécie de “luto” quando o programa acabou e isso acabou sendo bom para “A fazenda”. O reality da Record ganhou os viúvos do “BBB” e ainda conseguiu montar um elenco que está causando. Golaço da emissora.


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fonte:https://extra.globo.com/

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