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quinta-feira, 12 de novembro de 2020

 GARDÊNIA CAVALCANTI

Vamos falar da vida dela?

Hoje o assunto é sobre ela: Fábia Oliveira, colunista de O DIA


Coluna da Fabia Oliveira - Foto: Daniel Castelo Branco / Agência O DiaDaniel Castelo Branco / Agência O Dia
POR GARDÊNIA CAVALCANTI

Rio - O nosso mulherão da semana é responsável por divertir e colorir os nossos dias com notícias sobre os famosos e o mundo do entretenimento. A colunista Fábia Oliveira, de O DIA, contou para a gente um pouco mais sobre sua história e quem está por trás da jornalista badaladíssima. Hoje o assunto é sobre ela: Fábia Oliveira conta tudo!

Quem está por trás da colunista badalada?

Sou uma pessoa pacata. Apesar de falar da vida dos famosos, meu mundo lá em Niterói é a realidade do cidadão que trabalha todo dia, que tem filho para criar, que vai na padaria comprar pão, que vai em reunião de condomínio e no final do dia só quer assistir TV, mas muitas vezes não consegue porque a filha demanda atenção e pede 10 mil coisas ao mesmo tempo (risos).

Você é mãe, trabalha muito e também é uma figura pública. Como concilia tudo?

Minha prioridade é Luiza Helena, minha filha. As outras atividades eu organizo de acordo com a agenda e as necessidades dela. Mãe é um bicho que arruma tempo e mão para fazer tudo. Sou muito realizada no meu trabalho, então faço com prazer. Agora, esse negócio de vida pública, não sei se tenho, não (risos).

Como é sua rotina?

Acordo às 5h da manhã para subir a primeira nota, pois tenho algumas leitoras que levantam esse horário e já ficam no aguardo, então não gosto de furar com elas. Daí é a rotina do dia: fora de pandemia é levar filha para escola, afazeres do dia a dia, cuido da minha saúde com atividade física e então... Apuração, apuração e apuração até a hora de fechar a coluna, no começo da noite. Adoro estar com meus amigos, minha religião e de vez em quando tomo uma gelada porque ninguém é de ferro.

Como você começou no jornalismo?

O jornalismo me escolheu. Eu entrei na faculdade para fazer publicidade, mas consegui um estágio no jornal da universidade no segundo período. Aí eu abandonei a minha veia publicitária (se é que eu tinha... risos). Eu sempre amei uma boa fofoca e nunca tive a pretensão de fazer o tal do jornalismo que muda o mundo. Queria mesmo falar de coisas leves e levar entretenimento aos leitores.

Para muitos, você leva mais que notícia, leva diversão, entretenimento. Como você se sente fazendo esse papel?

Acredito que na vida a gente tem que ser leve. Claro que, quando é para falar sério, a gente fala, mas se posso dar esse momento de descontração, tirar um sorriso, mesmo que de canto de boca, ganhei meu dia! Fofoca é uma coisa que todo mundo faz, até em meios mais sérios como economia, política e etc. Ou vocês acham que trazer à tona fatos escondidos de empresas e pessoas só porque está na parte de política e economia não é fofoca?

Quais são as vantagens e desvantagens de escrever sobre os famosos?

Vantagem com certeza é o salário no final do mês (gargalhadas). A desvantagem é ver gente desmentindo o que a gente tem certeza, porque os famosos acham que a gente só tem o que está publicado ali. Aí tem todo aquele processo de postar mais coisa e provar que o famoso está mentindo. Tem muito famoso que se acha maior que Deus.

Você é amiga/inimiga de alguns famosos?

Não há relação, pois não tenho amizade. Se eles pagam assessor de imprensa, eu falo direto com assessores, mas se não tem, só ligo para apurar o que realmente preciso. Não tenho essa carência ou necessidade de sair falando por aí que sou amiga de famoso.

Quais são seus planos para o futuro?

Como diria o grande filósofo Cérebro para seu discípulo Pink: O que fazemos todos os dias, tentar conquistar o mundo (risos). Eu vivo o hoje, se por acaso não tiver o amanhã, com certeza o hoje foi muito bem vivido.

Algumas pessoas se referem à sua profissão como 'fofoqueira'. Como você lida com isso?

Não lido! Vivemos, graças ao meu bom Deus, em um país livre e cada um tem direito de falar o que bem quer, claro que sabendo que tem que arcar com suas palavras. Mas não ligo para como me chamam, sei o que sou e como sou.

Nós, mulheres, nos destacamos cada vez mais. Qual recado você deixa para nós?

Às vezes, penso em como conquistar novos espaços... Daí me lembro que não preciso conquistar, porque esses espaços são meus, são nossos, mas sempre nos foi falado que não eram. Então, digo a todas vocês, apenas ocupem o que é nosso de direito. Somos uma sociedade de iguais, mas por muito tempo fomos hierarquizados, baseado na misoginia e no racismo. Homens brancos e cis que eram considerados o topo da cadeia, apenas estão lá sozinhos, os que ainda estão, porque nós deixamos, então saibam: vocês dependem de nós.

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