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13/12/20

Caio Castro diz que um dia olhou diferente para Grazi Massafera e surpreende ao revelar que o namoro tem mais tempo do que imaginávamos; confira!

 

O ator também falou sobre a conexão espiritual que sentiu ao interpretar Dom Pedro I em Novo Mundo© Da Redação O ator também falou sobre a conexão espiritual que sentiu ao interpretar Dom Pedro I em Novo Mundo

Caio Castro deu uma entrevista a Júnior Coimbra, do canal Rap 77 no YouTube, e falou sobre a sua relação com Grazi Massafera. O ator revelou que sempre teve uma admiração pela modelo, mas que a paixão surgiu de forma inesperada.

Eu conheço a Grazielli há muito tempo... Sempre tive uma admiração muito grande pela carreira. Sempre vi muita coisa que ela fazia parecida comigo. A gente chegou mais ao menos de uma forma muita próxima; ela não era atriz, eu não era ator e tal. Então eu sempre tive um respeito, uma admiração, e sempre achei muito f**a o que ela fazia, nesse sentido de ser dedicada. Sempre foi muito focada. Sei que escutou um monte de groselha, e fez. E hoje é uma das poucas atrizes que tem Emmy nas costas. Então toda a trajetória dela sempre me surpreendeu muito. E acho que hoje é uma baita artista, e um lado comercial muito forte, e com todo o mérito. E aí um certo dia a gente se olhou diferente.

Você já sabe da história, não é? Caio e Grazi estavam na festa de aniversário de Luciano Huck em 2019 e aparentemente rolou um clima, certo? Não! Foi então que o artista confessou que eles não estão juntos há um ano - e sim dois anos! Eles conseguiram esconder o jogo durante um ano inteirinho! Dá para acreditar?

Faz dois anos. Foram começar a falar disso tarde.

O artista voltou a falar sobre a polêmica da aliança, e até comentou que estava sem a joia durante a entrevista.

Tenho mania de tomar banho e tirar. Ela tira também. Enfim, isso é só mera simbologia. A gente não liga tanto assim também.

Caio também emocionou ao falar sobre a novela Novo Mundo, onde interpretou Dom Pedro I. O ator considera este um dos papéis mais importantes de sua carreira.

Papel mais importante... Acho que cada um teve a sua importância no seu momento. Mas de todos, eu acho que o que eu tive uma conexão ancestral... Foi uma permissão espiritual que eu tive, de alguém que de fato existiu, que de fato mudou a história do país, de uma nação inteira. Acho que foi um trabalho de mais densidade artística, e até de vida. A preparação foi outra, o estudo foi diferenciado. Metade da minha família é portuguesa, meu pai é português. Obviamente que eu já conhecia Portugal, minha família ainda mora lá. Mas eu fui para lá com outros olhos, sabe? Um negócio mais detetive, com a intenção de estudar. Foi um aglomeradão de experiências que fizeram Dom Pedro uma coisa muito significativa para mim, como pessoa e como ator.

Por fim, ele falou novamente sobre a polêmica de que não costuma ler livros.

Eu leio muito... Eu nem quero retomar esse assunto aqui porque foi uma pergunta curta e uma resposta, talvez, ingênua. A questão não é que eu não leio, muito pelo contrário. Eu leio e leio em demasia. Além de roteiros, tem as coisas que eu me interesso e tem as coisas que eu preciso ler. Tem muitas vezes que eu não quero ler, mas eu me sinto obrigado porque é meu trabalho. Pô, não estava a fim de ler um roteiro de 200 páginas. Mas eu leio demais, leio tanto que me dá um pouco de preguiça às vezes, porque é muita coisa. Mas existem certos conteúdos que eu só consigo adquirir, e só consigo ter certos conhecimentos, através da leitura.

Estrelando

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