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11/01/21

 "Jovem Guarda"






Início este meu cordel fazendo está homenagem

Que para muitos a lembrar desta época de coragem

Uma época onde as canções sofriam algumas limitações

Ou falavam de nosso país ou de várias decepções....

Aqui irei tentar com cada frase uma música a rimar e amar

Nada mais nada menos do que a nossa nova e eterna jovem guarda!!!


Há quem dirá que não lembra ou nunca ouviu essa canção

Mas eu lembrarei você que é o tijolinho que faltava na minha construção

Para mim todas as músicas tem melodia e um pouco de dom

Eu aqui escrevendo, rimando mas ele que era o bom

Nossa aquele dia nós no cinema aquele filme sensacional

Quando pensei ganhar teu beijo,foi aí que apareceu o pica pau...


É sem dúvida que essa época foi uma das mais pura beleza

Não irei ficar chateado quando ouvi você me dizer esqueça...

Pois quase perdi meu chão,e ali mesmo fiquei sem o céu

Você só se esqueceu que meu coração não é de papel

Confesso que ao escrever eu me sinto feliz em aconchego

Saudades de um dia que me destes aqueles doces beijos...


Hoje sem contar que na lembrança essas relíquias axiste

Como aquele dia meus olhos vermelhos por causa do filme triste

Assim vamos em frente aos poucos, sonhando e revivendo

Tenha essa certeza de que podes vim quente que estou fervendo

Se ajustarmos a jovem guarda com os anos setenta e oitenta...

Tiraremos a conclusão que são épocas de amor e sofrência!!!


Mas sem dúvida a jovem guarda até hoje é lembrada

Que para todos são marcas que ficaram nessa estrada

Ao encerrar eu digo que sou hoje um escritor a sonhar

Onde em uma sala de aula eu olha a chuva que caia sem cessar

Não tenho carro vermelho, nem espelho para me pentear

Se encerrando eu digo que tenho essa época no meu peito a guardar...



Maurício Barbosa

*O autor é venceslauense

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