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27/01/21

Ler e-mails de trabalho fora do horário prejudica a saúde Se você costuma checar sua caixa de entrada o tempo todo, é bom saber que um estudo concluiu que ler e-mails fora do horário de trabalho prejudica a saúde. Saiba mais!

 


Crédito: Pixabay

Você é uma daquelas pessoas que, não importa a hora, sempre está checando sua caixa de entrada? Então você precisa saber que ler e-mails fora do horário de trabalho prejudica a saúde.

Foi o que apontou um estudo da Virginia Tech University (EUA). Concluiu-se que isso eleva os níveis de estresse e faz com que as pessoas se envolvam menos no contexto social. Contudo, poucas pessoas se dão conta de que isso seria um problema para suas saúdes.

“Essa atitude provoca sentimentos de ansiedade e coloca em risco o trabalho e a vida pessoal da pessoa”, explica William Becker, coautor do estudo e professor da Pamplin College of Business (EUA), ao MailOnline.

A conclusão da pesquisa também aumenta as evidências de que a proposta de trabalho flexível está cada vez mais se transformando em uma versão sem limites, onde os funcionários não conseguem se desligar de suas funções nos horários de descanso. Além disso, estudos anteriores comprovaram que o estresse do aumento de trabalho resulta em tensão e conflitos nas relações familiares.

“Nossa pesquisa expõe justamente essa realidade, que trabalhos de horários flexíveis muitas vezes se transformam em ‘trabalhos sem limites’, comprometendo a saúde e o bem-estar do funcionário e de sua família”, aponta o profissional.

Para evitar esse tipo de problema, o indicado é apostar em políticas na empresa que reduzam as expectativas das pessoas em monitorar seus e-mails antes e após o expediente de trabalho. Caso isso não seja uma opção viável, a solução pode ser limitar a comunicação dos funcionários fora do horário comercial.

“Além disso, as expectativas das funções devem ser comunicadas claramente. Se o trabalho requer essa disponibilidade do funcionário, deve ser esclarecido antes, como parte das responsabilidades”, diz Becker.

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