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sábado, 2 de janeiro de 2021

 

Maioria acredita que 2021 será melhor

A faixa etária mais otimista, segundo a pesquisa, é a de 16 a 24 anos (73%); a menos é a dos maiores de 60 anos

por FolhaPress


Freepik

Os mais jovens são os mais otimistas e esperam que a vacina chegue com o novo ano

São Paulo - Dois em cada três brasileiros, de acordo com pesquisa Datafolha, confiam que 2021 será melhor. A pesquisa apontou que 68% dos brasileiros vê 2021 será melhor do que 2020. Quando a pergunta é voltada não apenas para si próprios, mas para os brasileiros em geral, esse índice cai para 58%.

Foram entrevistados 2016 brasileiros adultos que possuem telefone celular em todas as regiões e estados do país. A pesquisa foi feita dessa forma para evitar o contato pessoal entre pesquisadores e respondentes devido à pandemia do novo coronavírus, que já matou mais de 191 mil brasileiros.

A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A coleta de dados aconteceu entre os dias 08 e 10 de dezembro de 2020.

O otimismo em relação a 2021 se mostrou sensivelmente maior nas regiões Norte/Centro-Oeste (79%). No Nordeste esse índice foi de (70%). No Sul e Sudeste, 63% e 64%, respectivamente. Bem mais otimistas são também os apoiadores do governo Jair Bolsonaro (sem partido). Entre os que avaliam que a gestão do presidente como boa ou ótima, 77% esperam um ano melhor do que este em 2021. Para os que dizem sempre confiar em Bolsonaro, 82%.

A forma como as pessoas estão enfrentando a pandemia e a idade também são variáveis importantes nessa equação do otimismo.

Diante do risco de contágio do novo coronavírus e da necessidade de manter o isolamento social, há quem continue vivendo normalmente, quem esteja tomando cuidado, mas ainda assim saia de casa, quem só saia de casa se for inevitável e quem esteja totalmente isolado.

Entre os que continuam vivendo de forma normal, apesar da pandemia e da quarentena, 75% dizem esperar um ano melhor do que este. Entre os que dizem se cuidar mas ainda assim continuam saindo de casa, 71% acreditam no mesmo. Para os que só saem de casa se não tiverem outra opção, 63%, e entre os que estão completamente isolados, 61%.

A faixa etária mais otimista é a de 16 a 24 anos (73%). A menos é a dos maiores de 60 anos (57%). É o caso da mãe de Bacana, Maria Regina Lima, 70. Apesar de se considerar uma pessoa otimista, ela não acredita que 2021 possa ser melhor do que o ano se encerra agora. Nem para ela, nem para os brasileiros em geral.

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