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14/02/21

 

No primeiro carnaval longe da Avenida, Sabrina Sato fala da quarentena em família e dos 40 anos: 'Me sinto com 18'


Isabella Cardoso
Foto: Fernando Tomaz

Depois de passar pelo “Big Brother Brasil 3”, em 2003, Sabrina Sato nunca teve um carnaval longe dos holofotes. Em São Paulo, ela samba há 16 anos pela Gaviões da Fiel — se não fosse a pandemia, iria para o 17º desfile na escola. No Rio, primeiro ela passou pelo Salgueiro, de 2005 a 2010. Mas desde 2011, é da Vila Isabel a parte carioca de seu coração. Aquariana, está acostumada a fazer aniversário nesta época, pela qual é apaixonada, em meio aos preparativos para a folia. Em 2021, no entanto, tem sido tudo diferente. A apresentadora completou 40 anos no dia 4 sem festa, mas com reflexão, gratidão e também com saudade do Sambódromo, seja o do Rio ou o de São Paulo:

— É difícil porque, para mim, além de samba, Sapucaí, Vila, Gaviões, esta época é de abraçar as pessoas, se jogar, colocar fantasia, se divertir, se entregar. Carnaval é alegria pura, é democrático. Então, não vai ser fácil ficar longe da folia. Gosto de gente, de estar no meio do povo. Faz muita falta o abraço, o calor e o contato físico. É muito doido e triste ficar sem carnaval, mas procuro ver sempre o lado bom. Vou ferver com a minha família aqui em casa. Vou curtir com Zoe, já até mandei fazer fantasia.

O título que abre esta reportagem não traz versos de Noel nem de Martinho, ícones da Vila Isabel, mas de outro compositor que tem tudo a ver com carnaval: o mangueirense Chico Buarque. Como diz a letra de “Quando o carnaval chegar”, Sabrina, por enquanto, está se guardando, só vendo, sabendo, sentindo e escutando, sem ainda poder falar. Ou curtir. Por causa da pandemia, até a celebração pelos 40 foi adiada.

— Eu amo festa, estar com gente, o que me faz muita falta — confessa ela.

fonte:extra.globo.com


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