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09/04/21

Após suposto furto de celular, homem agride irmã e acaba preso por violência doméstica

Pode ser uma imagem de ao ar livre

Foto: Heloise Hamada/G1

Conforme a polícia, mãe do indivíduo também foi vítima. Caso foi no Jardim Santa Mônica, em Presidente Prudente.
Por G1 Presidente Prudente
Um homem de 34 anos foi preso por violência doméstica e ameaça contra a irmã e a mãe, no Jardim Santa Mônica, em Presidente Prudente. A confusão, que começou por causa de um suposto furto de celular, foi na noite desta quinta-feira (8).
No local, a Polícia Militar foi informada de que o indivíduo esteve na residência de sua mãe, onde proferiu ameaças e ofensas físicas contra a irmã. Na ocasião, o homem alegou que o aparelho celular havia sido furtado depois que o sobrinho de dez anos deixou para ele uma marmita.
As vítimas foram ouvidas e confirmaram o comportamento agressivo do autor. Ele teria se dirigido à casa da mãe acusando o garoto de furto. Na sequência, teria empurrado sua genitora e passou a ofender a integridade física de sua irmã, dando socos em sua boca, no nariz, no peito e, ainda, tentou enforcá-la com as mãos. Consta ainda que, dado instante, ele teria empunhado uma faca para lesionar a irmã.
Interrogado sobre os fatos, o indivíduo afirmou ter constatado que o seu celular havia sido subtraído. Depois disso, afirma foi até a residência da mãe e pediu a devolução do aparelho. Negou que tenha agredido a genitora, mas sobre a irmã, ele afirmou que recebeu uns tapas da mulher e “devolveu os tapas”. Nega que tenha proferido ameaças aos familiares.
Com relação à lesão corporal em contexto de violência de gênero, foi requisitada a presença do médico legista, que atestou as lesões corporais contra as vítimas, sendo a irmã e a mãe.
O homem recebeu voz de prisão e foi conduzido à Delegacia Participativa da Polícia Civil. Em razão do comportamento agressivo do autor, conforme relato dos policiais e das vítimas, a autoridade policial deixou de conceder o benefício da liberdade provisória mediante fiança por entender haver risco à integridade física delas, sendo recomendado que permanecesse preso à disposição da Justiça.
A irmã do envolvido postulou pela concessão das medidas protetivas de urgência.
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