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07/04/21

Medidas para conter cartel de combustível no país foi discutida no Senado

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Nesta terça (6) a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) ouviu representantes do Cade e da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) sobre distribuição de combustíveis
A Comissão de Assuntos Econômicos realizou, nesta terça-feira (6), audiência pública no Senado que prestou informações sobre suposto cartel formado entre distribuidoras de combustíveis que dominam o mercado, bem como a distribuição e revenda de gasolina e diesel.
Desde 2013 o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) julgou 28 processos, e atualmente investiga 11 denúncias de irregularidades nas vendas de combustível no país.
Na tentativa de frear a formação de cartel entre postos de combustíveis, o presidente do Cade, Alexandre Barreto de Souza, sugeriu a criação de um mapa de monitoramento.
“A ideia é que criemos hoje, com base em informações que são disponibilizadas pela ANP, um filtro no Cade que nos permita ter o mapa, em tempo real no Brasil, dos preços praticados nos postos de combustíveis que, a partir do comportamento do preço de mercado, nos permite ter indícios se está ocorrendo cartel naquele mercado ou não.”
A Petrobras anunciou que a partir do dia 1° de maio o gás natural terá aumento de 39% para as distribuidoras.
O senador Oriovisto Guimarães (Podemos/PR), demonstrou preocupação com o aumento do gás, principalmente o país tendo apenas uma única distribuidora do insumo
“Com esse aumento de 39%, ele [gás] vai passar de R$100 em todos os estados brasileiros, o que é uma situação absolutamente dramática, principalmente para quem ganha um salário mínimo. Como a única produtora de gás no nosso Brasil é a Petrobras, não há muito por onde fugir.”
Com relação ao aumento de 39% do gás, a Agência Nacional do Petróleo afirmou que o reajuste não se refere ao gás utilizado nas cozinhas (GLP) e não sofrerá impactos decorrentes do gás natural (GN).
Reportagem, Laísa Lopes

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