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21/05/21

Após Renato Gaúcho, Corinthians analisa nomes, cogita estrangeiros e põe Diego Aguirre em pauta

Pode ser um close-up de 1 pessoa

Foto: Flavio Florido/BP Filmes
Ex-treinador do São Paulo está livre no mercado e é visto como alguém com perfil do Timão
Por Ana Canhedo — São Paulo Sulinha
Renato Gaúcho é página virada no Corinthians. Satisfeita em ter tentado a melhor opção possível no mercado brasileiro de técnicos em sua própria visão, a diretoria do Timão mira agora um novo nome.
Não está descartada a contratação de um estrangeiro e, neste cenário, Diego Aguirre entra em pauta.
O uruguaio de 55 anos está sem clube desde o ano passado, quando deixou o Al-Rayyan, no Catar, e é visto como alguém capaz de se encaixar no estilo do clube. Há uma ala no Parque São Jorge que defende a tese de que Aguirre é "a cara do Timão" por querer times com raça em campo.
Aguirre ainda não foi procurado e não há a certeza de que o escolhido será ele, mas, mesmo assim, seu nome ganhou força nas últimas horas.
Desde a negativa de Renato, o presidente Duilio Monteiro Alves tem conversado com o diretor de futebol Roberto de Andrade e o gerente Alessandro Nunes em busca de um consenso. A ideia é seguir o que foi feito com Gaúcho: escolher um nome e tratá-lo como única opção de momento.
Sem técnico desde o último domingo, o Corinthians não tem pressa e nem se desespera no mercado em busca de um substituto para o cargo de Vagner Mancini. Porém, sabe que é preciso dar tempo de trabalho antes do início do Campeonato Brasileiro, em 30 de maio, para o novo treinador.
Por já ter experiência no futebol brasileiro, tendo sido treinador de Internacional, Atlético-MG e São Paulo, Aguirre larga na frente na lista de estrangeiros, já que diminuiria consideravelmente o tempo de adaptação ao calendário intenso e à realidade do futebol nacional em comparação com outros nomes.
Seja quem for, há alguns requisitos para o próximo técnico preencher. São eles:
um profissional reconhecido por ser bom gestor de grupo, que tenha facilidade no trato com atletas jovens e veteranos;
um técnico que aceite trabalhar com o atual elenco, ciente de que terá poucos reforços;
alguém que se adeque à realidade do Corinthians, que tenta reduzir gastos - o salário de Mancini era considerado baixo para a elite do futebol nacional, e o Timão não está disposto a gastar muito mais;
um nome com boa aceitação dos torcedores.

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