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20/07/21

 

Saiba como a Caixa vai convocar de imediato três mil novos empregados

Edifício sede da Caixa Econômica Federal: banco vai ampliar o número de agências
Edifício sede da Caixa Econômica Federal: banco vai ampliar o número de agências Foto: Marcelo Camargo
Martha Imenes
Foto: Marcelo Camargo

Caixa Econômica Federal anunciou, nesta segunda-feira (dia 19), que vai contratar dez mil pessoas, entre concursados e terceirizados. A projeção anterior era de contratação de 7.700 colaboradores. O time visa a reforçar o atendimento para dar conta da abertura de mais 250 pontos de atendimento até o fim do ano, em todo o país. As vagas serão distribuídas em quatro mil empregados, sendo três mil do concurso de 2014. De acordo com a Caixa, esses profissionais serão convocados de imediato, por telefone ou telegrama, seguindo ordem de classificação do concurso.

Também serão abertas mil vagas para pessoas com deficiência (PcDs), que vão prestar um concurso específico. A previsão de lançamento do edital da seleção é até setembro deste ano.

Serão contratados ainda 5,2 mil estagiários e adolescentes aprendizes e cerca de 800 recepcionistas e vigilantes. A contratação de aprendizes ocorrerá por meio de parceria com entidades sem fins lucrativos, selecionadas por meio de chamada pública e conveniadas. Já as vagas de estágio serão para candidatos que já foram aprovados em processo de seleção realizado pelo Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE).

A Caixa informa que, caso seja identificada a necessidade de abertura de mais vagas, novas seleções poderão ser feitas pelo CIEE futuramente.

Ainda segundo o banco, para os serviços de vigilância e recepção em suas unidades, serão contratadas empresas especializadas. Para a contratação dos profissionais, as empresas devem observar as normas legais relacionadas às atividades de vigilância e recepção, assim como as exigências contratuais.

“A Caixa ressalta que a alocação de serviço de vigilância e recepcionistas ocorrerá em todo o território nacional, variando de acordo com a demanda das unidades”, finaliza a Caixa Econômica Federal, em nota.

fonte:https://extra.globo.com/

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