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19/07/21

 

Bem produzida, série documental ‘Você nunca esteve sozinha — O doc de Juliette’ não precisaria ter seis episódios

Por: Zean Bravo 
Lucas Penteado reencontra Juliette
Lucas Penteado reencontra Juliette Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Campeã do “BBB 21”, Juliette Freire entrou no reality ansiosa para contar sua história de vida aos outros confinados. Tagarela, a advogada e maquiadora não conseguiu ser ouvida por quase ninguém dentro da casa, mas conquistou milhares de fãs ao longo de sua estada no programa e tornou-se um dos maiores fenômenos já vistos no “Big Brother”. Com uma trajetória de muitas batalhas e de superação, a paraibana ganhou uma série documental, “Você nunca esteve sozinha — O doc de Juliette”, que tem direção geral de Patricia Carvalho e direção de Patricia Cupello. Dividida em seis episódios disponibilizados semanalmente, a produção original do Globoplay já apresentou todo o contexto familiar da vencedora. O primeiro capítulo, que aborda a forte ligação de Juliette com sua irmã, Julienne, morta aos 17 anos, vítima de um AVC, é emocionante e muito bem produzido.

No segundo episódio, que relembra a perda da irmã, o documentário avança mais sobre a vida de Juliette e mostra como ela resolveu enfrentar o luto. A produção lembra ainda o início da carreira dela no Direito e na maquiagem, e o sonho antigo de fazer parte do “BBB”. Já no terceiro capítulo, que estreou na semana passada, a sensação que fica é a de uma certa encheção de linguiça. Diante de um telão, Juliette recorda alguns dos conflitos que viveu no reality. Ela recebe os ex-BBBs Lumena Aleluia e Lucas Penteado. São encontros bonitos, mas que não acrescentam nada ao que já foi visto no programa especial “BBB 101”, que reuniu todos os participantes da 21ª edição na casa. Juliette canta ainda ao lado de Elba Ramalho e da banda Francisco, El Hombre, e destaca a importância da música em sua vida.

Nesta semana, o doc deve ir pelo mesmo caminho: a paraibana irá reencontrar Gilberto Nogueira, o Gil do Vigor, e receberá outros cantores. A grande questão é que parece faltar assunto. Não teria sido mais interessante se o documentário tivesse um único episódio mais longo?

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fonte:https://extra.globo.com/

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