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08/11/21

 

Conheça Marianna Alexandre, atriz que viverá Celly Campello no cinema

Cinebiografia musical 'Um Broto Legal' contará trajetória da cantora dos sucessos 'Banho de Lua' e 'Estúpido Cupido'

BEATRIZ BOURROUL /Revista QUEM 

Entrevista


Mariana Alexandre caracterizada como Celly Campello (Foto: Reprodução/Instagram)

Mariana Alexandre caracterizada como Celly Campello (Foto: Reprodução/Instagram)

Marianna Alexandre, 20 anos de idade, é a atriz escalada para viver Celly Campello na cinebiografia musical Um Broto Legal, de Luiz Alberto Pereira. Com uma carreira nos palcos de musicais, como A Noviça Rebelde, montagem em que alternou a personagem Liesl com Larissa Manoela, ela também estudou musicalização, participando de corais e estudando teclado e piano erudito.


O longa-metragem vai transiitar por diferentes fases, partindo da infância em Taubaté, passando pela ascensão meteórica no rock nacional -- lembrando os sucessos Banho de Lua e Estúpido Cupido --, até a decisão do término da carreira em função do casamento, no auge da década de 1960.


"Esse filme é muito rico musicalmente, as músicas da Celly trazem uma nostalgia, e isso fará com que o público cante junto nas partes musicais", afirma a atriz sobre a produção, ainda sem data de lançamento. Para o papel, Marianna passou por uma transformação no visual. "Como nunca tive muito apego ao meu cabelo, não vi problema em aceitar. Acho que essa possibilidade de mudança e transformação é um dos aspectos mais legais de ser atriz", avalia.


Como foi o desafio de interpretar Celly Campello?
Foi uma responsabilidade imensa interpretar a Celly, uma cantora tão importante e querida pelo Brasil. Costumo dizer que quando a personagem é fictícia temos uma liberdade maior de criação, diferentemente do que acontece com alguém que não existiu de verdade, já que é preciso fazer com que o telespectador consiga enxergar aquela pessoa bem na frente dele. Todo o processo exigiu um outro tipo de dedicação e entrega, em que precisei internalizar muitos detalhes, e para a preparação, tive a oportunidade de conversar com pessoas que estiveram presentes na vida dela, como Dimas Oliveira e o irmão mais velho, Tony Campello. Também assisti à diversas entrevistas na internet, busquei fotos que mostrassem um pouco do seu dia a dia, e materiais que a retratavam nos palcos, tudo para aprender seus trejeitos e formas de cantar”, conta Marianna, que, após concluir a novela, tem esse como seu primeiro grande projeto para 2022, ainda sem data de estreia.


Exigiu alguma mudança visual ou preparo físico?
Desde o início eu já sabia que, caso pegasse o papel, poderia me ver com um visual diferente, afinal, a Celly tinha um corte pixie, muito característico da época, curto, com aquele jeito volumoso e caprichado no laquê (risos). Eu tinha o cabelo bem grande quando fiz os testes. O primeiro foi de canto, por vídeo, e o segundo foi de cena, presencial. Quando terminei, eles me perguntaram se eu toparia cortar o cabelo para viver a Celly - imagino que fosse uma condição importante.

Encarou a transformação numa boa?
Como nunca tive muito apego ao meu cabelo, não vi problema em aceitar. Acho que essa possibilidade de mudança e transformação é um dos aspectos mais legais de ser atriz. Eu, Marianna, opto por ter o cabelo comprido justamente para ter opção de me adaptar a novas necessidades, seja cortando ou mudando de cor, principalmente quando entendo que o pedido da produção é uma necessidade da história, assim como um corte que marcou o período e a pessoa que seria retratada. Adorei o resultado, pois nunca tinha tido um cabelo tão curtinho, e confesso que foi bem libertador, além de prático, pois podia lavar o cabelo a qualquer instante que ele secava em um piscar de olhos (risos), é sem dúvida uma das vantagens de ter cabelo curto.

Nas cenas de canto, você chega a soltar a voz ou dubla?
Eu soltei a minha voz, sim, mas ainda não sei como irá aparecer para os espectadores (risos). De qualquer forma, gostaria de dizer que esse filme é muito rico musicalmente, as músicas da Celly trazem uma nostalgia, e isso fará com que o público cante junto nas partes musicais. Não tem quem não conheça os sucessos dela, né? Vai ser demais.

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