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13/01/22

Operação que desmantelou quadrilha que causou prejuízo de R$ 24 milhões rende homenagem a policiais civis da região de Presidente Prudente

Pode ser uma imagem de dinheiro

— Foto: Polícia Civil

Investigações permitiram o indiciamento de 210 pessoas e a detenção de 122. Também houve o sequestro de R$ 5 milhões.
Por g1 Presidente Prudente
Três policiais civis da região de Presidente Prudente (SP) foram homenageados nesta quarta-feira (12) pelo governo do Estado de São Paulo em reconhecimento à atuação que tiveram na Operação Anteros, que desmantelou no fim do ano de 2020 uma organização criminosa que tinha como foco extorsões por meio de redes sociais e aplicativos de relacionamentos virtuais, além de lavagem de dinheiro ilícito.
De acordo com a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo, a quadrilha, atuante no território paulista e em outras seis unidades da federação, causou prejuízo financeiro de aproximadamente R$ 24 milhões às vítimas.
A Operação Anteros permitiu o indiciamento de 210 pessoas e a detenção de 122. Também houve o sequestro de R$ 5 milhões.
A solenidade realizada no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, em São Paulo (SP), condecorou nesta quarta-feira (12) com o certificado de “Policial Nota 10”, entregue pelo governador João Doria Junior (PSDB), o delegado Pablo Rodrigo França, o investigador Janio Kono Júnior e o agente de telecomunicações policial Ricardo Antônio Porto Matazo, da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) de Presidente Prudente e da Unidade de Inteligência Policial (UIP) local.



Fotos dos Policiais : SSP/Governo de São Paulo

Mais de 400 vítimas
Segundo a Polícia Civil, a organização criminosa desarticulada pela Operação Anteros agia nos estados de São Paulo, Santa Catarina, Paraná, Bahia, Minas Gerais, Ceará e Roraima.
As investigações resultaram na identificação de 437 vítimas, no indiciamento de 210 pessoas, na expedição de 181 mandados de prisão e em outras 206 ordens judiciais de busca e apreensão, além do sequestro de R$ 5 milhões.
No chamado “golpe de falso namoro”, as vítimas acabavam enviando dinheiro até mesmo para o exterior, iludidas por um relacionamento inexistente.
O trabalho investigativo possibilitou o conhecimento e a produção de provas sobre o funcionamento das células da organização criminosa, assim como a recuperação de ativos, uma esperança de ressarcimento para as vítimas do golpe.

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