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22/05/21

 

João Baldasserini, de ‘Salve-se quem puder’, fala da mudança para o interior e diz buscar ajuda da terapia na quarentena

Por: Zean Bravo 
O ator João Baldasserini
O ator João Baldasserini Foto: Caio Oviedo/Divulgação
Foto: Caio Oviedo/Divulgação


João Baldasserini afirma que o Zezinho de “Salve-se quem puder” é o tipo de papel que ele sempre quis interpretar. “É um caipira, da roça, um homem simples, com aquele sotaque característico. Eu me entreguei aos estudos e às referências que tinha da minha própria vida para compor o personagem”, conta o ator, que garante não ter encontrado maiores dificuldades para fazer o ex-peão de rodeios, que vive um romance bem atrapalhado com a atriz Alexia (Deborah Secco): “Zezinho me abriu espaço para criar, improvisar e brincar. E contracenar com Deborah foi um prazer. Ela é uma grande atriz”.


Zezinho (João Baldasserini) e Alexia/Josimara (Deborah Secco)

) Foto: Camilla Maia/Rede Globo/Divulgação
Zezinho (João Baldasserini) e Alexia/Josimara (Deborah Secco) Foto: Camilla Maia/Rede Globo/Divulgação

Baldasserini diz ter contado com a ajuda da direção durante todo o tempo para não cair na caricatura: “Com um personagem como o Zezinho, realmente é muito fácil cair no clichê. Eu busquei humanizá-lo, deixá-lo o mais próximo da realidade, sendo o mais honesto nas emoções. Nos momentos de fazer piada, fazia piada. Mas, nos momentos sérios, era sério. Respeitei a minha intuição”.

Aos 37 anos de idade e 16 de carreira, o ator começou a ser convidado para papéis cômicos após interpretar o Beto de “Haja coração” (2016): “Vim emendando uma novela atrás da outra nessa pegada de humor. Mas, ultimamente, sinto falta de fazer um personagem num outro tom. Sei que sou capaz. Se aparecer um vilão no horário nobre, vou adorar”.

Pai de Heleno, de 1 ano, Baldasserini voltou a morar em Indaiatuba, no interior de São Paulo, onde viveu na infância e na adolescência. “Gasto apenas uma hora de carro até São Paulo. Por isso, escolhi morar aqui. Para criar meu filho e ter um lar, prefiro o clima e a qualidade do interior”, diz ele, que ficou grudado na família agora durante a pandemia: “Eu também tenho feito terapia, o que me ajuda muito a passar por essa eterna quarentena”.

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fonte:https://extra.globo.com/

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