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15/06/21

 

Caixa vai antecipar o calendário de pagamento da 3ª cota do auxílio emergencial

O presidente do banco, Pedro Guimarães, vai anunciar novo calendário nesta terça
O presidente do banco, Pedro Guimarães, vai anunciar novo calendário nesta terça Foto: Fotoarena / Agência O Globo
Pollyanna Brêtas /Foto: Fotoarena / Agência O Globo

Caixa Econômica Federal (CEF) anunciou nesta segunda-fera (dia 14) que vai antecipar o calendário de pagamentos do auxílio emergencial aos trabalhadores informais inscritos pelo site e aplicativo, ou que estão no Cadastro Único (CadÚnico) do governo.

As novas datas serão reveladas nesta terça-feira (dia 15) pelo presidente do banco, Pedro Guimarães. Até o momento, os pagamentos estão previstos para começar no dia 20 de junho para os trabalhadores fora do Bolsa Família, e em 17 de junho para quem faz parte do programa.

Ainda não se sabe se o banco irá antecipar as datas de depósito nas contas digitais ou se permitirá que os beneficiários façam saques em dinheiro antes do calendário divulgado anteriormente.

O banco também antecipou o depósito para este grupo nas duas primeiras parcelas do auxílio que já foram pagas.

Os recursos podem ser movimentados pelo aplicativo Caixa Tem, por quem recebe pela conta poupança social digital.

Segundo o Ministério da Cidadania, a cada ciclo de pagamentos, o cadastro dos beneficiários passa por uma revisão para verificar se eles continuam atendendo aos requisitos do programa.

Prorrogação por mais três meses

O ministro da Economia, Paulo Guedes, confirmou que a renovação do auxílio emergencial deve chegar a três meses, embora essa decisão ainda precise ser confirmada pelo ministro da Cidadania, João Roma, e pelo presidente Jair Bolsonaro.

A ideia, explicou, é que o auxílio seja encerrado com toda população adulta vacinada. Esse cenário, de acordo com o Ministério da Saúde, poderia ser alcançado em outubro, disse Guedes.

Inicialmente, o auxílio estava previsto para durar quatro meses, até julho. O benefício atende 40 milhões de pessoas. Os valores — de R$ 175, R$ 250 e R$ 350 — não vão mudar.

Para prorrogar o auxílio, o governo deve editar um crédito extra de cerca de R$ 20 bilhões. Esse valor vai se somar a cerca de R$ 7 bilhões disponíveis dos R$ 44 bilhões já destinados ao programa. Cada parcela tem um custo de cerca de R$ 9 bilhões por mês.

fonte:https://extra.globo.com/

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