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18/10/21

 

EX-MORDOMO FALA DO NOVO LIVRO SOBRE ROBERTO CARLOS APÓS PRIMEIRA OBRA PROIBIDA HÁ 42 ANOS: 'NÃO VOU CONTAR TUDO'

Nichollas Mariano foi mordomo de Roberto Carlos
 Foto: reprodução/ youtube

Durante 12 anos, entre 1962 e 1973, Nichollas Mariano compartilhou da intimidade de Roberto Carlos. Ex-mordomo e procurador do Rei, ele transformou esse tempo de convívio num livro, "O rei e eu", proibido em seu lançamento há 42 anos. Agora, aos 76, ele planeja para o fim de 2021 uma nova publicação sobre essa história. Desta vez, sem ir muito a fundo em detalhes que incomodaram o cantor na época, mas sem deixar de trazer histórias curiosas sobre o artista

"Devo ter sido um dos primeiros fãs do Roberto e nos conhecemos no início da década de 60 quando eu era discotecário da Rádio Carioca. Depois, tive a alegria de conviver com esse artista maravilhoso. Além de mordomo, eu era seu procurador. Eu podia assinar cheques, documentos e contratar em nome do Roberto. Vou contar no novo livro um pouco da minha história também, a história das rádios. Do Rei, não vou contar tudo", disse Mariano, hoje aposentado e pai de três filhos adotivos, no canal FC Discos, no YouTube.

No novo livro, batizado de "Esse cara fui eu", o ex-mordomo vai revelar os bastidores do processo que levou à proibição da primeira biografia escrita sobre Roberto Carlos, em 1979. Ele vai lembrar também a história do filme que seria lançado baseado na obra, com Jece Valadão no papel do cantor e com roteiro de José Louzeiro, de "Pixote, a lei do mais fraco".

"Terá muitas histórias curiosas da época, como quando o advogado do Roberto Carlos tentou proibir que o Silvio Santos falasse do meu livro na rádio em que ele trabalhava. Silvio continuou lendo o livro para seus ouvintes, alegando que o livro havia sido proibido de ser vendido, mas não lido", contou Mariano.

fonte:https://extra.globo.com/

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