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05/10/21

Conmebol rejeita pedidos do Atlético-MG e confirma classificação do Palmeiras na Libertadores

Galo questionava a invasão de Deyverson no gol de Dudu. Foto: Cesar Greco

 Foto: Cesar Greco











 A Conmebol recusou os pedidos do Atlético-MG referentes à partida de volta da semifinal da Copa Libertadores contra o Palmeiras, realizada no dia 28 de setembro, no estádio do Mineirão. O presidente da Comissão Disciplinar da entidade, Eduardo Gross Brown, julgou improcedente tanto a solicitação para anular o gol de empate da equipe paulista marcado por Dudu e garantir o resultado de 1 a 0 para o time mineiro, quanto o requerimento para que o confronto fosse repetido. No jogo de ida, em São Paulo, os clubes empataram por 0 a 0. Pelo gol marcado fora de casa, os paulistas avançaram à decisão, que será disputada no dia 27 de novembro, no estádio Centenário, em Montevidéu, contra o Flamengo.

Agora, o Atlético-MG tem agora 24 horas para entrar com um recurso na Comissão de Apelação da Conmebol. O clube mineiro entende que foi prejudicado no lance do gol do Palmeiras, já que o atacante Deyverson, reserva da equipe paulista, estava em campo no momento em que a jogada se desenrolava. Ele não participou do lance nem atrapalhou os rivais em campo. Na reclamação, o a equipe alvinegra cita a regra 3.9 da International Board (IFAB, na sigla em inglês).

"Se, após a marcação de um gol o árbitro perceber que um jogador substituto da equipe que o marcou se encontrava dentro do campo naquele momento, o árbitro deve invalidá-lo e reiniciar o jogo com um tiro livre direto, executado do local em que a pessoa extra estava", diz a norma.

A arbitragem de vídeo (VAR) não analisou a irregularidade de Deyverson no lance do gol do Palmeiras. Na quarta-feira passada, a Conmebol divulgou os áudios dos árbitros nos lances em que analisam — e validam — os gols dos dois times. Os focos da análise do gol de Dudu são um possível impedimento e uma possível falta de Gabriel Veron na jogada, que não ocorreram.

Deyverson foi citado, mas não pela invasão ao campo. O assistente (não identificado pela Conmebol) sugere ao árbitro colombiano Wilmar Roldán que aplique um cartão amarelo ao atacante palmeirense por comemorar o gol em direção às arquibancadas do Mineirão em provocação.

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